Violação de túmulo na Itália revolta familiares: corpo de jovem assassinada é mutilado após sepultamento
29 de março de 2026
Foto: Reprodução
Um caso perturbador voltou a chocar a Itália e gerou forte indignação pública. O túmulo da jovem Pamela Genini, de 29 anos, foi violado durante o processo de transferência de seus restos mortais para o sepultamento definitivo, no cemitério de Strozza. Ao abrirem o caixão, familiares e funcionários se depararam com uma cena ainda mais cruel: o corpo havia sido mutilado, com a ausência da cabeça.
A descoberta ocorreu na última segunda-feira (23), após funcionários notarem irregularidades no fechamento do caixão. Durante a verificação, constataram sinais claros de violação recente, como parafusos soltos e vestígios de silicone ainda fresco, utilizado na vedação. As autoridades italianas trabalham com a hipótese de que o crime tenha sido cometido por mais de uma pessoa, mas a motivação ainda permanece desconhecida.
O caso está sendo investigado pela promotoria de Bérgamo como profanação de cadáver e furto, crimes que podem resultar em penas de dois a sete anos de prisão, podendo ser agravadas conforme o andamento das investigações.
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A situação se torna ainda mais impactante pelo histórico da vítima. Pamela já havia sido brutalmente assassinada em outubro do ano passado, em Milão. Segundo a polícia, o crime foi cometido pelo ex-namorado, Gianluca Soncin, de 52 anos, que não aceitava o fim do relacionamento. A jovem foi atacada dentro de casa e sofreu múltiplos golpes de faca. Antes da tragédia, chegou a enviar mensagens a uma amiga relatando medo e pedindo ajuda.
Após o crime, o suspeito tentou tirar a própria vida, foi socorrido e posteriormente preso. Pamela, natural de Strozza, mantinha uma rotina internacional e atuava como modelo e empreendedora no ramo da moda, compartilhando nas redes sociais momentos de sua carreira e viagens.
A nova violação reacende a comoção em torno do caso e levanta um alerta sobre a segurança em cemitérios, além de reforçar o debate sobre o respeito às vítimas mesmo após a morte.