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Dia da Árvore: Suzano reforça compromisso com desmatamento zero e conservação da biodiversidade

21 de setembro de 2026

Empresa mantém política que impede o plantio ou a aquisição de madeira proveniente de áreas desmatadas e protege cerca de 107 mil hectares de florestas nativas no Espírito Santo

Dia da Árvore: Suzano reforça compromisso com desmatamento zero e conservação da biodiversidadeSuzano preserva áreas de proteção ambiental – Foto: Divulgação

Em referência ao Dia da Árvore, celebrado nesta segunda-feira (21), a Suzano reforça seu compromisso com a conservação ambiental e com o desmatamento zero em sua cadeia de suprimento. A política da empresa veda o plantio ou a aquisição de madeira proveniente de áreas desmatadas.

Para assegurar o cumprimento desse compromisso, a Suzano utiliza um sistema de inteligência geoespacial que permite a verificação de suas áreas por meio de imagens de satélite, além de realizar a verificação rigorosa de seus fornecedores de madeira. A empresa também mantém sistemas de rastreabilidade que permitem acompanhar a origem da madeira desde o campo até a indústria.

“O Brasil é considerado o país com a maior biodiversidade do mundo, com uma rica variedade de espécies de árvores. Essa é uma riqueza que a Suzano é inteiramente comprometida em preservar. Por isso, além de utilizarmos apenas árvores de reflorestamento em nossas operações, aqui no Espírito Santo nós protegemos cerca de 107 mil hectares de florestas nativas, incluindo áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs), além de executarmos um grande programa de restauração ecológica”, destaca Diomar Biasutti, Coordenador de Meio Ambiente da Suzano no Espírito Santo.

Em todo o Brasil, a Suzano mantém e protege mais de 1,1 milhão de hectares de vegetação nativa, área que corresponde a cerca de 40% das terras da empresa. Além de contribuir para a conservação da biodiversidade, essas áreas desempenham papel importante na restauração ambiental, na descarbonização e no fortalecimento da resiliência dos ecossistemas diante das mudanças climáticas.

Corredores que conectam florestas

Entre as iniciativas de conservação da biodiversidade desenvolvidas pela Suzano estão os Corredores Ecológicos, que funcionam como “pontes verdes” capazes de conectar fragmentos de floresta que antes estavam separados. Os corredores ecológicos são estabelecidos por meio de restauração ou modelos mistos de produção e vegetação nativa. A conexão favorece o deslocamento de animais e a dispersão de espécies arbóreas, garantido o fluxo gênico e perpetuidade das espécies.

No Espírito Santo, as ações estão concentradas no Norte do Estado, em uma faixa que se estende de Aracruz a Conceição da Barra, atravessando seis municípios. Em âmbito nacional, a Suzano estabeleceu a meta de conectar, até 2030, meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia.

RPPNs mantidas pela Suzano no ES

A empresa mantém três Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) principais no Espírito Santo, que juntas somam cerca de 2,4 mil hectares de áreas integralmente protegidas e destinadas à conservação biológica.

A RPPN Restinga de Aracruz protege cerca de 300 hectares de um fragmento extremamente raro e bem conservado de restinga arbórea. O foco dessa reserva é barrar a degradação desse ecossistema costeiro e servir como laboratório para pesquisas de conservação de flora litorânea.

Já a RPPN Mutum Preto e RPPN Recanto das Antas, ambas situadas em Linhares, totalizam mais de 2,1 mil hectares de Mata Atlântica de tabuleiro. Elas funcionam como refúgio para espécies ameaçadas de extinção, integrando um cinturão de proteção ambiental conectado a grandes reservas públicas da região.

O manejo dessas áreas é feito com Sistemas de Monitoramento Eletrônico, equipados com torres de visão 360°, além do patrulhamento realizado por equipes de vigilância e do apoio de forças de segurança pública. A integração desses recursos amplia a capacidade de monitoramento, prevenção e resposta rápida a ameaças à conservação, como incêndios florestais e outras ocorrências, contribuindo para a proteção efetiva dos ambientes naturais e da biodiversidade.



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