Deficiência de vitamina D: saiba quais são os principais sintomas e os riscos à saúde
10 de janeiro de 2026
Foto: Divulgação
A deficiência de vitamina D tem sido considerada um problema de saúde pública silencioso, afetando crianças, adultos e, principalmente, idosos. Essencial para a saúde dos ossos, do sistema imunológico e do funcionamento muscular, a vitamina D é produzida majoritariamente pelo organismo a partir da exposição da pele à luz solar, além de ser obtida em menor quantidade por meio da alimentação e da suplementação.
De acordo com especialistas, níveis baixos dessa vitamina podem passar despercebidos por meses ou até anos, já que os sintomas iniciais costumam ser inespecíficos. Entre os sinais mais comuns estão cansaço excessivo, fraqueza muscular, dores nos ossos e nas articulações e sensação frequente de indisposição, mesmo após períodos adequados de descanso.
Outro sintoma recorrente é a queda da imunidade, o que pode resultar em infecções frequentes, como gripes e resfriados. Estudos também associam a deficiência de vitamina D a alterações de humor, incluindo tristeza persistente e sintomas depressivos, especialmente em adultos e idosos.
Em casos mais graves ou prolongados, a falta de vitamina D pode provocar osteopenia e osteoporose, aumentando significativamente o risco de fraturas. Em crianças, a deficiência pode levar ao raquitismo, doença caracterizada por deformidades ósseas e atraso no crescimento.
Entre os fatores que contribuem para a deficiência estão a baixa exposição ao sol, uso excessivo de protetor solar sem orientação, envelhecimento, obesidade, doenças intestinais que prejudicam a absorção de nutrientes e dietas pobres em alimentos como peixes gordurosos, ovos e laticínios fortificados.
Profissionais de saúde alertam que o diagnóstico deve ser feito por meio de exame de sangue, que mede os níveis de 25-hidroxivitamina D. O tratamento varia conforme a gravidade do caso e pode incluir mudanças nos hábitos de exposição solar, ajustes na alimentação e suplementação, sempre com acompanhamento médico.
A orientação é clara: ao perceber sintomas persistentes como dores no corpo, fadiga constante ou infecções repetidas, é fundamental procurar um profissional de saúde. A prevenção e o tratamento adequados da deficiência de vitamina D são passos importantes para manter a qualidade de vida e reduzir riscos à saúde a longo prazo.