Defesa Civil Alerta: “Teremos 100% do Brasil com o sistema”, diz Waldez Góes
29 de agosto de 2025Ministro Integração e do Desenvolvimento Regional detalha o sucesso e o processo de implementação da ferramenta de prevenção a desastres durante o Bom Dia, Ministro
Waldez: 'O Brasil fica entre os cinco, seis países do mundo com um dos maiores sistemas de alerta precoce em relação à proteção à vida das pessoas e ao patrimônio' – Foto: Diego Campos/Secom/PR
O monitoramento e a comunicação de riscos no Brasil entraram em uma nova era há um ano, em 10 de agosto de 2024, quando o Governo Federal deu um passo essencial na modernização do sistema de prevenção de desastres do país, a partir da implementação do Defesa Civil Alerta. Desde então, a ferramenta já foi usada 425 vezes para alertar a população sobre riscos iminentes, como chuvas intensas e deslizamentos.
“O Brasil fica entre os cinco, seis países do mundo com um dos maiores sistemas de alerta precoce em relação à proteção à vida das pessoas e ao patrimônio”, afirmou nesta quinta-feira (28), o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. A declaração foi durante participação no Bom Dia, Ministro. Segundo ele, até o fim deste ano todo o país já poderá contar com os alertas do sistema.
“Iniciamos disponibilizando esse sistema para os estados do Sul e Sudeste no ano passado. Este ano, no primeiro semestre, o próprio presidente Lula fez a entrega do sistema para todos os estados do Nordeste. De lá para cá, treinamos e capacitamos todos os estados do Centro-Oeste e da Amazônia. Agora, no segundo semestre, vamos concluir o projeto. Do Amapá ao Rio Grande do Sul, teremos 100% do Brasil com o sistema de alerta precoce disponível para a sociedade brasileira. Isso é transformador”, disse. “É impressionante o resultado em salvar vidas”.
ANGRA
Waldez Góes citou como exemplo o uso do Defesa Civil Alerta em Angra dos Reis (RJ) neste ano. “Este ano, utilizamos o sistema de alerta precoce, que tem condicionantes de plano de contingência, de sinalização, para as pessoas serem avisadas com antecedência, saberem como sair do local de risco e onde se abrigar”, lembrou.
(Fonte: Secom/PR)