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Bombeiros resgatam corpo de piloto do avião que caiu na praia de Copacabana

28 de dezembro de 2025

Acidente teve apenas uma vítima

Bombeiros resgatam corpo de piloto do avião que caiu na praia de CopacabanaFoto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro retiraram do mar o corpo do piloto do avião de pequeno porte, tipo ultraleve, que caiu na orla da Praia de Copacabana, no começo da tarde deste sábado (27).

O avião monomotor matrícula PT-AGB fazia voos de propaganda quando caiu. Os Bombeiros foram acionados às 12h34 e iniciaram os trabalhos de busca.

Cerca de 2 horas depois, a corporação informou que o corpo de uma pessoa foi retirado do mar e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação.

Segundo a Torre de Controle de Voo de Jacarepaguá, somente o piloto estava a bordo.

Mais de 30 agentes participaram dos esforços de busca, com emprego de aeronaves, motos aquáticas, equipes de mergulho, embarcações infláveis e drones.

As buscas contaram também com o uso de sonar, equipamento capaz de captar imagens do fundo do mar e auxiliar na localização de possíveis vítimas e destroços.

A queda foi na altura do Posto 3 da orla de Copacabana, que fica próximo ao tradicional hotel Copacabana Palace e de onde está montado o palco principal para o Réveillon.

O sábado é de sol forte no Rio, o que levou bastante pessoas à praia. Em dias de praia cheia, é comum a circulação de ultraleves que expõem faixas publicitárias sobrevoando a orla carioca.

Modelo e propriedade

De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o ultraleve é um Cessna modelo 170A, com capacidade para apenas uma pessoa.

O monomotor é operado e de propriedade da empresa Visual Propaganda Aérea – Eireli.

A situação de aeronavegabilidade era considerada normal, ou seja, apta a voar.

Investigação

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), informou que investiga as causas do acidente com o ultraleve.

O trabalho de apuração será realizado por investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), escritório regional do Cenipa.

“Durante a ação inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação”, informa a FAB.

A FAB informou que espera concluir a apuração no “menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade da ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuinte”.

(Fonte: Agência Brasil)



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